Movimento Pró-Democracia

Nossas lutas: * Conscientização Política da População * Instrução dos Direitos e Deveres do Cidadão * Fiscalização dos Processos Eleitorais

Mostrando postagens com marcador reforma tibrubária. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma tibrubária. Mostrar todas as postagens

7 de jun. de 2011

Serasa: pedidos de falência sobem para 168 em maio



O número de falências requeridas no Brasil cresceu de 133 em abril para 168 em maio, de acordo com pesquisa divulgada hoje pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. A quantidade de falências solicitadas em maio também subiu em comparação com o mesmo mês de 2010, quando o número foi de 160. Dos 168 pedidos feitos em maio deste ano, 105 partiram de micro e pequenas empresas, 38 de médias e 25 de grandes companhias.
No acumulado dos cinco primeiros meses de 2011, o número de falências requeridas atingiu 738 - um patamar inferior aos 790 alcançados no mesmo período de 2010. De acordo com a pesquisa da Serasa Experian, as falências decretadas cresceram de 50 em abril para 53 em maio deste ano. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2011, o número de falências decretadas foi de 261, bem abaixo das 336 registradas no mesmo período do ano anterior.
Por fim, o número de recuperações judiciais requeridas subiu de 44 em abril para 51 em maio deste ano. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2011, o número de requisições chegou a 198, resultado maior que no mesmo período de 2010, quando foi de 165.
Avaliação
Os economistas da Serasa Experian avaliam que o aumento dos requerimentos de falência entre abril e maio deste ano pode ser explicado pela desaceleração da oferta de crédito e pelo desaquecimento gradual da atividade econômica no País. A instituição lembra que esses dois fatores são resultados da política monetária restritiva adotada pelo governo federal para controlar a inflação. Além disso, o maior número de dias úteis em maio em relação ao mês anterior contribuiu para a elevação das estatísticas.
A Serasa Experian diz ainda que a perspectiva de novas elevações na taxa de juros também pode causar mais dificuldades para as empresas dependentes do capital de terceiros, com estoques altos e com grande capacidade ociosa.

Fonte: Paraná Online

Será que teremos uma reforma tributária ...
Uma crise está por vir...

27 de mai. de 2011

Projeto de lei para reduzir impostos pode reduzir preço de Tablets em 57%

Projeto de lei quer conceder aos aparelhos mesma isenção de livros.
Senador prevê que preços de tablets caiam 57%.

 

Um projeto de lei em tramitação no Senado prevê que os preços cobrados pelos tablets importados no Brasil caiam consideravelmente. A ideia é tornar o aparelho, e também os e-readers e os e-books, isento dos impostos sobre a importação. Conforme o autor da proposta, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), os valores seriam 57% menores do que os praticados hoje.
O PL 114/2010, que altera a Política Nacional do Livro (PNL - Lei 10.753/03), prevê isenção de impostos em livros e produtos relacionados, como leitores eletrônicos, atlas e mapas.  A proposta já foi aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) em caráter terminativo (não precisa passar pelo plenário da Casa). Se aprovado, o projeto irá para a Câmara dos Deputados e, depois, à sanção presidencial.
Para o autor do projeto, não há conflito entre sua proposta e a iniciativa do governo federal de incentivar a produção do tablet no Brasil. Na segunda-feira, o governo publicou no "Diário Oficial da União" a medida provisória 534, que incluiu os tablets na chamada "Lei do Bem". Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a medida pode deixar o aparelho 36% mais barato, mas haveria a necessidade de parte da produção dos tablets acontecer no Brasil.


"A produção nacional é importante, porque gera empregos. Mas também temos de pensar na competição que aconteceria com as duas medidas em vigor, que tornaria o livro mais barato para quem precisa", defende o senador.
Para Gurgacz não há necessidade de diferenciar os e-readers, voltados exclusivamente para leitura, e os tablets, que também tocam filmes, músicas e rodam aplicativos. "Não interessa se é o objetivo primário ou único do aparelho a leitura. O importante é que os livros cheguem mais baratos", afirma.
Lei do Bem
Para o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Virgilio Almeida, além de o preço ficar menor com a produção nacional,  em torno de 31%,  a fabricação dos itens no paísl é importante para a criação de empregos.
“O Brasil tem o terceiro mercado de PCs do mundo, e o brasileiro é conhecido por ser ávido por novas tecnologias. Então, é importante que esse movimento gere empregos e renda no país”, afirma.

Segundo Almeida, as regras para a produção dos tablets com isenção concedida pela Lei do Bem, definidas no Processo Produtivo Básico (PPB), devem ser anunciadas em duas semanas. “As regras quanto a nacionalização da produção dos tablets serão mais rigorosas até que as aplicadas aos notebooks. Mas isso foi discutido em audiência pública com os fabricantes, não partiu apenas do governo”, conta.
Doze empresas já demonstraram o interesse pela fabricação dos tablets ao MCT. Almeida deixa claro que elas não precisaram esperar pelo PPB para começar a produzir. “Todas elas assumiram um compromisso com as regras do PPB, então, assim que ele for aprovado, as empresas serão beneficiadas com as isenções da Lei do Bem”, explica.

Fonte: G1




Relembrando...
A um mês atrás um jovem Vlogueiro, chamado Felipe Neto, deu início a uma iniciativa popular chamada #precojusto 
http://www.precojustoja.com.br/
O qual conseguiu arrecadar mais de 500 mil assinaturas.
Para quem ainda não assistiu segue o vídeo abaixo.



Coincidência ou não, é fato que preções populares podem surtir efeito.
Devemos confiar, de olhos fechados, nos governos para que eles atendam as necessidades de sua população ?
Ou será que a população terá que partir para uma enxurrada de abaixo assinados ?

23 de mar. de 2011

Arrecadação de impostos volta a subir no Brasil



Terça-feira, 22/03/2011

Carlos Alberto Sardenberg afirmou que a arrecadação de R$ 64 bilhões no mês de fevereiro mostra que a economia andou bem, mas mostra que estamos pagando impostos demais. Para ele, o brasileiro é enganado quanto à carga tributária.



Fonte : Jornal da Globo