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20 de mar. de 2011

ONU contra massacre na Líbia e a vergonhosa abstenção do Brasil

Comentário feito no canal de Daniel Fraga sobre a posição do governo brasileiro com a questão da Líbia.





Fonte : Usuário de Youtube - Daniel Fraga

6 de fev. de 2011

Obama não quer Brasil no Conselho da ONU


Segundo diplomata americano, presidente é contra entrada do País como membro permanente e evitará falar sobre o tema em sua visita em março
06 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Denise Chrispim Marin - O Estado de S.Paulo


O presidente dos EUA, Barack Obama, não deverá trazer seu apoio à entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU como membro permanente durante sua visita ao País, em março. A Casa Branca e a diplomacia americana trabalham para contornar inevitáveis e constrangedoras perguntas da imprensa e para não prejudicar seu projeto de relançar as relações bilaterais.

Segundo uma fonte do Departamento de Estado, a mudança na posição de Washington é uma possibilidade remota. Seria um "milagre". Para o governo americano, o Brasil cometeu um "pecado mortal" ao votar contra a resolução do Conselho de Segurança sobre novas sanções ao Irã, em junho.

Posição brasileira. A iniciativa brasileira teria sido mais grave que a insistente busca pelo acordo nuclear com o Irã porque "comprometeu a própria credibilidade do sistema" e deu mostras da contaminação das decisões mais sensíveis de política exterior do País pela personalidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-chanceler Celso Amorim. "Foi uma burrada", disse a fonte.

Para o Departamento de Estado, ainda não está claro se o governo de Dilma Rousseff, como continuidade da administração Lula, preservará a mesma linha de ação na área externa.

Essa dúvida começará a ser dirimida no dia 23, quando o chanceler Antônio Patriota fará sua primeira visita à secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, em Washington.

Essa será a primeira oportunidade de diálogo entre EUA e Brasil sobre o passo anterior - a reforma do Conselho de Segurança, que permanece engavetada na ONU.

Fonte: Estadão

7 de dez. de 2010

Sérgio cabral defende debate internacional acerca da legalização de drogas leves

Em entrevista com o jornal Folha de São Paulo (05/12/2010), o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, declarou que irá sugerir à presidente eleita, Dilma Roussef, que esta leve para debate a questão da legalização das drogas na ONU.
Sérgio Cabral diz: “Sou a favor da discussão sobre a legalização, mas num plano internacional é que isso tem que se dar. Não adianta eu, governador de estado, levar esse tema. Isso tem que ser discutido na ONU, no G-20".

Como argumenta nosso governador, a repressão por si só não resolve o problema de segurança que o Brasil passa, visto que há grandes prejuízos, econômicos e sociais. Sua defesa é voltada para as drogas mais leves, como a maconha, e deveria ter idealmente um aval da OMS (Organização Mundial de Saúde) e aplicada por serviço de inteligência do aparato público.

Este posicionamento do governador é interessante, pois marca uma nova forma de se pensar a questão das drogas no mundo. Aparentemente esse assunto não te a ver com a democracia, entretanto, se formos observar com olhos mais atentos, tal questão implica na liberdade de escolha do cidadão permitindo que ele as faça sem que isso o obrigue a marginalizar-se e a financiar o tráfico. Sua defesa para que este debate seja realizado em escala internacional demonstra também sua consciência que a influência do tráfico de drogas vai muito além das nossas fronteiras políticas.

Drogas são manufaturadas em outros países (o Brasil não é grande produtor de drgoas) e desta maneira diversas outras sociedades além da brasileira são prejudicas. Esperamos que o debate ocorre e que a posição de profissionais, tais como médicos, sociólogos, políticos, policiais e afins sejam de fato escutados em detrimento do senso comum operante em nossa nação.