Movimento Pró-Democracia

Nossas lutas: * Conscientização Política da População * Instrução dos Direitos e Deveres do Cidadão * Fiscalização dos Processos Eleitorais

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11 de mai. de 2011

Justiça Eleitoral cancela mais de 1,3 milhão de títulos

A Justiça Eleitoral cancelou 1.395.334 títulos de eleitores que não votaram nem justificaram a ausência nas últimas três eleições.
O prazo para quitar as pendências foi até 14 de abril. Nesse período apenas 72 mil pessoas regularizaram a situação.
Com o documento cancelado, o cidadão fica impedido, por exemplo, de tirar o passaporte e fazer matrícula em instituições de ensino público.
Para ficar em dia com a Justiça Eleitoral e adquirir novamente o direito de votar, o eleitor deve comparecer a um cartório eleitoral.
Confira neste vídeo.




9 de mai. de 2011

TSE cancela 1,3 milhão de títulos de eleitores que não votaram

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta sexta-feira que 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos cancelados por não terem votado nem justificado ausência nas três últimas eleições. De acordo com o levantamento do TSE, o número de documentos passíveis de cancelamento era de pouco mais de 1,4 milhão após os dois turnos das eleições do ano passado, e somente 72.104 eleitores regularizaram sua situação. À época do pleito, o total de eleitores no País era de 135.804.433.

O eleitor que deixar de votar no primeiro e no segundo turno de uma mesma eleição e faltar a mais dois pleitos sem justificar tem o documento cancelado. A Justiça Eleitoral pode contar faltas a eleições municipais, eleições suplementares, plebiscitos e referendos. Não estão sujeitos à regra os que detêm a prerrogativa constitucional do voto facultativo - os que tinham entre 16 e 18 anos e os maiores de 70 anos na época do pleito, analfabetos e portadores de deficiência que impeçam de votar.

Quem teve o documento cancelado poderá ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público e obter certos tipos de empréstimos e inscrição. Além disso, o cidadão pode ter dificuldades para investidura e nomeação em concurso público, renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obtenção de certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado.

Para reativar o título, o eleitor deve comparecer a um cartório eleitoral, apresentar um documento de identificação, um comprovante de residência e preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE). Deverá, também, pagar eventuais multas.

Em 2009, foram cancelados 551.456 documentos de eleitores que completaram, nas eleições municipais de 2008, três eleições sem votar ou justificar a ausência. Em 2007, foram 1.640.317 títulos cancelados, consequência de ausências no pleito de 2006. Após o referendo realizado em 2005, a Justiça Eleitoral retirou dos seus cadastros 569.899 títulos eleitorais. Já em 2005 foram cancelados 1.081.721 documentos, ao computar as ausências ao pleito de 2004.

TSE recebe recurso contra o governador de 12 estados

Desde o início do ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 13 recursos contra a expedição de diploma de governadores eleitos em 2010. Dois desses recursos contestam a eleição da governadora do Maranhão, Roseana Sarney.

Os processos mais recentes pedem a cassação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.

No caso de Sérgio Cabral, a acusação é de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante sua campanha à reeleição. O recurso foi proposto por Fernando Peregrino e também acusa Cabral de abuso de poder econômico, o que teria causado desequilíbrio na disputa com outros candidatos. O relator é o ministro Hamilton Carvalhido.

Já o governador André Puccinelli é alvo de recurso apresentado pela coligação adversária. A alegação é de que ele teria praticado abuso de poder econômico, abuso de poder político, abuso de autoridade e uso indevido dos meios de comunicação social. Quem relata este processo é a vice-presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Os outros governadores que tiveram seus mandatos questionados pertencem aos seguintes estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins.

Até o momento, três recursos já estão em fase de produção de provas. São especificamente os recursos contra os governadores de Alagoas, Tocantins e Rio Grande do Norte. Nesses processos, já foi determinada a oitiva de testemunhas, a juntada de documentos ao processo e o depoimento dos acusados.

2006

Em relação às eleições de 2006, foram apresentados no TSE sete recursos que pediam a perda do mandato de governadores. Em três deles o resultado foi a cassação do mandato dos acusados: Maranhão, Paraíba e Tocantins.

Fonte :

8 de mai. de 2011

TSE recebe recursos contra diplomas de 12 governadores eleitos em 2010

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 13 recursos contra a expedição de diploma de governadores eleitos em 2010.

Dois deles contestam a eleição de Roseana Sarney, governadora do Maranhão.

Outros pedem a cassação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. Do total de recursos apresentados até o momento, três já estão em fase de produção de provas.
Veja neste vídeo.



Entre os últimos recursos protocolados no TSE está o pedido que pede a cassação do governador do Rio de Janeiro Sério Cabral

Pedido de Cassação do Governador Sérgio Cabral

Acusações:

  1. Abuso de poder político e econômico
  2. Uso indevido dos meios de comunicação



Pedido de Cassação da Governadora Roseana Sarney

Dois recursos protocolados no TSE

acusação: uso indevido dos meios de comunicação






Fonte: Canal youtube da Justiça eleitoral

21 de mar. de 2011

Internauta poderá participar de audência da reforma política


A Comissão Especial da Reforma Política marcou para a próxima quinta-feira (24) a primeira audiência pública para debater o sistema eleitoral brasileiro. Serão convidados o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Walter Costa Porto; o juiz Marlon Jacinto Reis, integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Os internautas poderão acompanhar a transmissão ao vivo do debate pela Agência Câmara e enviar perguntas para os convidados pelo e-mail pergunte@camara.gov.br. Os questionamentos serão feitos por intermédio dos deputados que participarão do debate.

De acordo com o sistema de trabalho definido pela comissão, as reuniões de quinta-feira serão destinadas à realização de audiências públicas relacionadas ao tema que estiver sendo discutido no momento, enquanto as votações serão concentradas nas reuniões de terça-feira.

Além dos quatro convidados iniciais, foram aprovados convites a diversas outras pessoas que serão chamadas posteriormente: o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz; os sociólogos Maria Francisca Coelho, Maria Victória Benevides, Francisco de Oliveira, Guacira Cesar de Oliveira; a filósofa Marilena Chauí; e o cientista político Bolívar Lamounier. Todos os requerimentos foram apresentados pela deputada Luiza Erundina (PSB-SP).

Na próxima terça-feira (22), haverá uma apresentação geral aos deputados sobre os modelos de sistemas eleitorais – sistema proporcional, voto distrital, voto distrital misto, voto majoritário da circunscrição (o chamado distritão, que corresponde a todos os eleitores de um estado), lista aberta de candidatos (como é hoje) e lista preordenada de candidatos. A reunião está marcada para as 14 horas.

Conforme o cronograma anunciado pelo presidente da comissão, deputado Almeida Lima (PMDB-SE), os debates seguintes tratarão de financiamento de campanha, de regras de campanhas e propaganda eleitoral, e de instrumentos de participação popular (como plebiscito, referendo e projetos de iniciativa popular). Paralelamente, a comissão vai realizar cinco audiências externas, em estados das cinco regiões geográficas brasileiras.

A intenção de Almeida Lima é apresentar, ao final dos trabalhos, três propostas legislativas de acordo com a natureza dos temas: uma proposta de emenda à Constituição (PEC), um projeto de lei e um projeto de lei complementar. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) anunciou que seu partido vai defender que a reforma política aprovada no Congresso seja submetida à aprovação popular, por meio de plebiscito ou referendo.

Fonte: Correio do Estado

18 de dez. de 2010

Diplomados Paulo Maluf e Tiririca


SÃO PAULO - Os deputados federais eleitos Francisco Everardo Oliveira (PR-SP), o Tiririca, e Paulo Maluf (PP-SP) foram as estrelas na cerimônia de diplomação dos eleitos em outubro. Tiririca foi aplaudido por quem estava nas galerias ao receber seu diploma na manhã desta sexta-feira), na Assembleia Legislativa de São Paulo. Maluf teve de ouvir vaias, mas também recebeu palavras de apoio. Ao todo, foram diplomados 94 deputados estaduais, 70 federais, dois senadores e seus suplentes, o governador e o vice.

Maluf afirmou que a Justiça brasileira "funciona bem" ao comentar a liminar concedida pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral , Marco Aurélio Mello, que decidiu pela diplomação do ex-prefeito de São Paulo. Marco Aurélio considerou que não há mais razão para o registro da candidatura de Maluf ter sido negado, já que a condenação que embasou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo de enquadrar Maluf na Lei da Ficha Limpa foi derrubada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

- Eu sempre disse que acreditava na Justiça, e a Justiça fez justiça. A Justiça desse país, graças a Deus, é uma coisa que funciona bem, com muita coragem - afirmou Maluf, antes de receber o diploma de deputado federal por São Paulo na Assembleia Legislativa de SP. - Me sinto glorificado.

Maluf foi bastante vaiado ao ser diplomado, mas pareceu não se importar com as vaias. Na plateia também havia pessoas que aplaudiram o ex-prefeito, em menor número, e algumas chegaram a gritar "Paulo Maluf, eu te amo!".

Um pouco antes, quando foi anunciada a diplomação do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, eleito deputado federal pelo PCdoB, algumas pessoas presentes na plateia chegaram a gritar para ele "prende o Maluf!".

Paulo Maluf comentou ainda que a decisão da diplomação não veio em cima da hora.

- Eu deveria ter sido absolvido em 1997, com todo respeito. O processo é de 1996. Sou absolutamente inocente - disse Maluf, referindo-se à condenação derrubada pelo TJ-SP, em que era acusado de superfaturar a compra de frangos quando era prefeito de São Paulo, em 1996.

Para Maluf, no entanto, o aumento salarial concedido aos parlamentares é inoportuno.

- Quando o próprio ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, diz que tem de fazer cortes no orçamento, acho que foi inoportuno.

Recordista de votos, Tiririca também recebe o diploma de deputado federal nesta sexta-feira. Na cerimônia, ele mostrou que pretende seguir carreira na política


- Estou muito nervoso, feliz e ansioso. É o primeiro (diploma) de muitos que virão - disse Tiririca, que durante o processo eleitoral foi acusado de ser analfabeto e chegou a ser denunciado pelo Ministério Público

Fonte: O globo


Mais uma vez Maluf volta a política e agora temos um palhaço na política, Tiririca, símbolo de um "voto de inconformismo* " de nossa política ( Se bem que esse tipo de voto só prejudica nossa democracia, até porque usamos o sistema de voto proporcional e os votos computados , dependendo numero de votos, podem ser compartilhados com os de mesma legenda ).

Será que não seria hora dos brasileiros não ficarem dependentes exclusivamente de ferramentas como a ficha limpa e aprender logo a votar !?

30 de nov. de 2010

Registro de Maluf deve ser julgado na terça pelo TSE


O recurso do registro do deputado federal Paulo Maluf (PP) pode ser julgado nesta terça-feira, 30, à noite pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-prefeito foi o terceiro candidato mais votado para deputado federal em São Paulo, mas seus quase 500 mil votos não foram computados porque concorreu com o registro negado.

O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, liberou o processo para inclusão na pauta. O relator já havia negado o recurso de Maluf no dia 15 de outubro, por considerar que o candidato contestou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) fora do prazo. Maluf foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa pelo TRE-SP no artigo que determina que ficam inelegíveis por oito anos políticos condenados por órgão colegiado por ato doloso de improbidade administrativa.

Em sua decisão, Marco Aurélio destacou apenas a questão preliminar sobre os prazos do recurso e não analisou a decisão do TRE-SP. No julgamento desta terça-feira, ele pode colocar decidir apenas sobre a questão dos prazos ou trazer também a questão principal do registro para apreciação dos ministros.

O argumento de Marco Aurélio deve ser derrubado pelo plenário sobre os prazos, pois há entendimento consolidado da corte na direção contrária do que é defendido pelo ministro. O relator também deve ser vencido em relação à não aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano – defendido em todos os casos que ele julgou até o momento -, pois a corte definiu que a norma deveria ser aplicada já nas eleições de 2010.

O registro de Maluf só não será julgado caso o ministro retire o recurso da pauta de julgamento.

Fonte: Blog Estadão

Link do Maluf no site Repolítica para quem tiver interesse de avaliar-lo:
http://www.repolitica.com.br/paulomaluf


Esse é um dos políticos que mais feriu a nossa nação, por isso precisamos acompanhar esse julgamento. Para que justiça seja feita.




18 de set. de 2010

Voto Nulo?


Não é de hoje que muitos de nós votamos nulo devido à insatisfação com os candidatos, oposição ao sistema eleitoral, dentre diversas outras razões. Uma das polêmicas desta discursão é se o voto obrigatório seria de fato mais eficiente no processo democrático do que o facultativo.
Do lado dos defensores do voto obrigatório, muito se defende que a garantia da presença do povo no processo eleitoral, a demanda destes seria refletida na atividade política do país. Se muitos da nação decidissem não votar, somente os interesses daqueles que votaram seriam atendidos no Governo, o que geraria as desigualdades.
Entretanto, os defensores do voto facultativo argumentam que nem sempre votar em algum candidato é garantia de representação efetiva, pois não são todos os segmentos da sociedade que conseguem candidatar-se com iguais oportunidades em detrimento de diversos outros. Justamente essa realidade demonstraria a ineficiência do voto obrigatório.
Por mais que tenhamos todo um debate circulante sobre o assunto, o processo eleitoral vigente segue as determinações do TSE. Tendo diversas destas esclarecidas, acreditamos que a população possa, através do maior compreendimento do nosso sistema representativo, ter mais consciência de todo o processo vigente, tanto o debatido quanto o atual.
De acordo com o TSE, a anulação de votos só ocorre quando estes são obtidos através do abuso de poder político, econômico ou de autoridade, ou quando são comprados. Incluem-se nas possibilidades os casos de fraude e coação. Fora estes fatores, as eleições não são anuladas, pois os votos nulos não são computados. Não votar nulo serviria também para impedir que aquele candidato que você não quer votar seja eleito.
Apesar desta posição do TSE não por um fim a discursão, pois representaria um “pseudo voto facultativo" que não detém em si os interesses de todos os segmentos sociais, votar nulo não representaria de fato uma maneira de demonstrar a insatisfação com a conjuntura política. Esperamos que o leitor, com tais informações, possa ter um voto mais consciente e assim consigamos, em conjunto, contribuir para a mudança do nosso estigma político.
Fonte: TSE

14 de set. de 2010

STF: FICHA LIMPA JÁ!

A Ficha Limpa está em perigo, políticos corruptos poderão ser liberados nas eleições de outubro.

Políticos corruptos que tiveram as suas candidaturas barradas pelos Tribunais Eleitorais estão apelando para o Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a constitucionalidade da Ficha Limpa. Os 10 Ministros do STF estão divididos e o julgamento pode acontecer a qualquer momento. Porém, se um grande número de brasileiros defenderem a Ficha Limpa, nós poderemos influenciar os Ministros indecisos a votarem a favor da política limpa.

Juntos nós passamos a Ficha Limpa e tiramos 242 políticos corruptos das eleições de outubro. Agora vamos garantir que o STF defenda a Ficha Limpa. Assine a petição urgente e encaminhe para todos -- ela será entregue para o Presidente do STF esta semana.

Aos Ministros do Supremo Tribunal Federal: Apelamos à vossa excelência pelo reconhecimento da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, garantindo a sua aplicação nas próximas eleições e abrangendo condenações prévias. Nós confiamos em vosso compromisso com a vontade de mais de 2 milhões de brasileiros que se uniram pela Ficha Limpa, e que agora contam com vossa excelência para declarar esta lei constitucional em todos os seus aspectos.

Fonte: Avaaz